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Luciano Garrido
 
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9/8/2004
2/8/2004
Prinz tem vaga

Na coluna desta semana começarei falando do futebol feminino. Especificamente de uma jogadora que me impressionou muito. Vi com surpresa aquela alemã Prinz, a número nove da seleção olímpica. Que jogadoraça!! Melhor do que muito marmanjo que atua em grandes clubes do futebol brasileiro. Sou capaz de citar alguns exemplos que estão atuando no Brasileirão. Só para ficar no Rio, ela é melhor, muito melhor, que o Jean e o Welhiton, do Flamengo, o Valdir, do Vasco, o Marcelo, do Fluminense, e o Schwenck, do Botafogo.

Digo que ela é uma bela jogadora porque, além dos gols que fez na estréia da seleção alemã na Olimpíada, chuta com os dois pés, coisa que muito jogador não faz. Prinz sabe se colocar bem na área, tem velocidade e inteligência.

Se os times do Rio tivessem uma atacante como ela, os técnicos não correriam tanto risco. Em apenas um fim de semana, três dos quatro técnicos dos grandes clubes do Rio caíram, inclusive o do rubro-negro, que foi o único a vencer. Vendo Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo e estas demissões reafirmo a minha opinião de que o problema no está no banco. Está dentro das quatro linhas. Os quatro times não têm atacantes.

Me responda às seguintes perguntas: Que culpa tem o PC ou o Abel de o Flamengo estar lá embaixo da tabela, aos trancos e barrancos para sair da zona de rebaixamento, se não há quem empurre a bola para dentro do gol? E o Mauro Galvão? Com o Schwenck no ataque não há bola que entre. O Vasco, que não vê a “dona vitória” há cinco jogos, se depender de seus atacantes, Valdir e Alex Alves, deve continuar em jejum. O Geninho tem culpa disso? Quem ele tem no banco para solucionar o problema? E o Ricardo Gomes? Esse foi engolido pela pressão Edmundo-Romário. Bem que ele tentou manter os dois fora do time. Enquanto isso vinha ocorrendo, o Fluminense ainda respirava no topo da tabela. Foi a dupla voltar e...

 

 
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