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O sérvio-brasileiro agora é tricolor


O sérvio-brasileiro agora é tricolor


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   A torcida do Fluminense teve que esperar 8 meses para poder ver Petkovic com a camisa tricolor. Tudo porque em dezembro, do ano passado, o sérvio-montenegrino acertou com a diretoria, mas recebeu uma proposta do Al-Ittihad e resolveu deixar o país. E Pet chega para vestir a 8, que já foi de grandes ídolos do clube. "Fico honrado em usar uma camisa que foi do Gérson, Didi e Delei", admite o gringo.

   O presidente do clube, Roberto Horcades, comemorou o novo reforço. "A criança nasceu prematura, mas a torcida irá adotá-la com todas as honras. E só foi possível graças ao nosso patrocinador, a Unimed, que vem sendo o grande parceiro do clube há 7 anos. E este relação vai ser difícil de ser quebrada. A Unimed representa a melhoria do padrão e do futebol carioca", derrete-se Horcades. O site Conteúdo Esportivo esteve presente a apresentação de Petkovic e traz as opiniões de um dos principais jogadores do futebol brasileiro.

Arábia

   "Foi uma tentativa, uma experiência nova. Tinha acertado tudo com o Fluminense, mas havia deixado uma cláusula caso surgisse uma proposta de fora e foi o que aconteceu. Foi difícil. É um país com uma cultura totalmente diferente. Não me arrependo de nada na minha vida. Foi diferente, mas aprendi, de novo, que melhor lugar que o Brasil não há. Estou feliz por estar de volta".

Preferência

   "Jogo há 7 anos no Brasil e minhas características são bem conhecidas. Sempre me dei bem por aqui. Espero repetir as boas atuações, em especial as do ano passado".

Craques

   "Já joguei com muitos craques no mesmo time, como no Flamengo e Vasco. Conquistei vários títulos e nunca tive problemas. No Fluminense não vai ser diferente. O clube não tem só o Felipe, têm outros com muito talento e que podem ser, em breve, craques no futebol brasileiro".

Ambiente

   "Comigo sempre teve bom ambiente. Sem união, o grupo não anda, não tem resultado. Com isso, o craque não aparece. Não vai ter nenhum problema, pelos menos da minha parte".

Geninho

   "Tive duas grandes temporadas sob seu comando. Ele queria me levar para o Goiás, mas eu tinha uma dívida com o Fluminense. Apesar da minha amizade com o Geninho, decidi jogar aqui".

Campeão

   "Tem uns seis times com chances de conquista. Além do Fluminense, tem o Corinthians, Palmeiras, Santos, Paraná e Goiás, que conta com um técnico que já foi campeão Brasileiro".

Rio de Janeiro

   "A Unimed e o Fluminense souberam usar muito bem o fato de gostar do Rio de Janeiro. São 5 anos nesta cidade e me sinto em casa. A Unimed fez um sacrifício muito grande para acertar a minha rescisão, pois não era fácil a liberação. Estou cumprindo o meu dever com o clube".

Contrato

   "Vidente não sou, mas o meu desejo é cumprir meu contrato até dezembro do ano que vem. A minha vontade era de assinar um compromisso até o fim de 2007".

Desafio

   "Conquistar o campeonato brasileiro é uma meta, pois seria inédito para mim. Tenho objetivos na minha carreira profissional. São 14 anos e 14 títulos. Consegui ser ídolo em 3 clubes (Vitória, Flamengo e Vasco). Tenho grandes chances de ser ídolo aqui também e este é o meu principal objetivo".

Cidadania Brasileira

   "Esta é a terceira tentativa, mas acho que desta vez vai dar certo. Na primeira vez, quando estava no Vasco, fui embora para a China. No início do ano, fui para a Arábia. Mas, como fiz um contrato de 17 meses, acho que vai dar tempo de conseguir a cidadania. E tem um outro detalhe: não penso em deixar mais o Brasil para jogar no exterior".

Ídolo

   "O meu ídolo é o Mauro Galvão. Quando ele resolveu parar, aos 41 anos, pedi a ele que não o fizesse. Gostaria de parar com a mesma idade que você".

 

 
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